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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

39º


39º Desafio

O Amor Permanece
O amor nunca perece. 1Corintios 13:8

Até que a morte nos separe.
Romântico, usual, um pouco banalizado por filmes e novelas, esta pequena promessa permeia toda cerimônia de casamento.
Duas pessoas apaixonadas, decididas romanticamente a passaram toda a vida juntos, certos de que tudo o que “viram” atingir outros casamentos jamais os atingirá, declaram, certos de que tudo será diferente para elas, que se amarão até que a morte os separe.
Será que realmente seriamos felizes se os contos de fadas se concretizassem e o “felizes para sempre”, significasse uma vida a dois livre de problemas, defeitos, conflitos, dissabores e desafios trazidos pela rotina, pela vida diária, pelo amadurecimento, pelas dificuldades financeiras, pela baixa da libido, pela chegada dos filhos, pelas crises profissionais... será?!
Ao longo dos desafios fomos convidados a praticar o amor incondicional, a aprender sobre sua fonte, valor e prática. Além disso fomos gradativamente desafiados a mudar nossa atitude diante do nosso cônjuge, a assumir um compromisso maior com nosso relacionamento, a colocarmo-nos não em segundo plano, mas na posição de agente da mudança.
Escolher comprometer-se com o casamento vai muito além das palavras pronunciadas durante a troca das alianças, o comprometimento real se dá diariamente, ao escolhermos continuar amando, ao decidirmos amar independente da correspondência de nossos sentimentos ou atitudes.
Fazer com que nosso cônjuge saiba do nosso comprometimento, deixá-lo seguro de que jamais deixaremos de amá-lo, faça ele o que fizer, aja ele como agir. Nossa decisão de amor é incondicional. Assim como aprendemos sobre o amor de Deus por nós. Ele nos ama apesar de cada erro, de cada defeito, e é assim que aprendemos a amar aqui.
O amor não perece, não tem data de validade, não é suscetível a intempéries. O amor real, o amor verdadeiro, este permanece para sempre. Indiferente a qualquer outra condição ou situação, o amor permanece intacto. O amor tudo suporta.
Fonte:  Livro O Desafio de Amar – Editora BV Films 

39º Desafio

O Amor Permanece

Você se lembra da facilidade com que escrevia cartas enamoradas ao seu cônjuge no inicio do relacionamento?
Juras, cartões, declarações, cópias de canções... enfim, guardadas as preferências de cada casal, todos algum dia já o fizemos.
Então em algum momento ao longo da vida a dois, este gesto passou ao status de bobagem, ou foi remetido apenas a datas especiais, comerciais, facilitado por cartões com frases prontas.
Hoje mudaremos isso, faremos uma carta madura, vivida, e profundamente amorosa.
Declararemos ao nosso cônjuge nosso compromisso em amá-lo até que a morte nos separe, independente do que ele sinta a este respeito, indiferente as suas atitudes. Reforçaremos nosso amor por ele/ela explicita e detalhadamente.
Abra seu coração e comece a escrever já.

38º


38º Desafio

O Amor Realiza Sonhos
Deleite-se no Senhor, e Ele atenderá aos desejos do seu coração.
Salmos 37:4

Lembro-me do inicio do namoro em que a grande maioria das conversas entre nós se referia exclusiva e especialmente aos nossos sonhos. Os que partilhávamos e também aqueles que nos preenchiam o coração desde a infância. Falar dos nossos sonhos a pessoa com quem desejos viver toda nossa vida é sem dúvida algo em comum entre todos os casais.
Então veio o casamento, alguns sonhos permaneceram, outros mudaram, alguns outros simplesmente calaram. A maturidade, o dia a dia, o lidar com as limitações financeiras e as que a responsabilidade da vida adulta nos traz nos faz, no começo adiar, depois começamos a calar, a deixar pra lá aqueles sonhos que antes nos preenchiam o coração e nos faziam levar horas a fio conversando e imaginando como seria.
Eis uma das duras realidades que a vida conjugal traz a grande maioria dos casais.
Você sabe quais são os sonhos do seu cônjuge? Ou já os esqueceu? Vocês já pararam de falar sobre isso? Quando você parou de se importar com os sonhos da pessoa que você escolheu amar? Você acredita que ele/ela não tenha mais nenhum sonho?
O desafio de hoje nos lembra que tudo pode estar ao nosso alcance se assim desejarmos, empenhando nosso coração em amor para realizar o que nosso cônjuge deseja. Ele nos lembra ainda que, ao aceitarmos os desafios, fomos desafiados a realizar cada uma dessas tarefas sem questionar o merecimento de nosso cônjuge. Deveríamos fazê-lo exclusivamente como parte do nosso compromisso em exercer o amor incondicional estabelecido no casamento através de nossa transformação em uma só carne.
E neste desafio em especial, isto não é diferente.
Saber os sonhos e desejos que habitam o coração de nosso cônjuge é estar em intimidade com ele/ela. Não apenas os sonhos mais “mirabolantes” e de grande desprendimento financeiro, mas mesmo os sonhos simples e cotidianos, como uma sincera expressão de nosso respeito, de nosso amor e admiração.
Talvez o desejo de seu cônjuge seja hoje saber que você ainda o ama, que ainda o deseja, que ainda olha pra ele/ela e vê atributos que te agradam.
Talvez o desejo do seu cônjuge seja saber que você tem se orgulhado dele(a), da forma como ele se esforça, age, se relaciona com os filhos e a família.
Talvez o desejo do seu cônjuge seja ser tratado de forma especial durante um dia, fantasiar que é um Rei ou uma Rainha e passar o dia recebendo especial atenção.
Talvez o desejo do seu cônjuge seja uma viagem dos sonhos a um outro país, ou a compra de um artigo de luxo.
Independente do esforço que será necessário, possível ou não, para a realização do sonho do seu cônjuge, desperte seu interesse por estes sonhos.
Certamente você descobrirá que alguns dos sonhos do seu cônjuge estão ao seu alcance e talvez sempre estiveram. Ouça-o, escute-o com real interesse. Saiba quais são os sonhos que habitam seu coração.
Pense nos momentos felizes do seu relacionamento, mantenha essas lembranças sempre em mente, não permita que as dificuldades diárias o façam diminuir as alegrias do seu casamento.
Tome a iniciativa, não espere. Aja. Seja o agente da mudança em seu casamento, em sua casa, em sua família.
Sonhe. Volte a conversar sobre devaneios adolescentes com seu cônjuge, permita-se pensar em tudo que deseja e nos desejos e sonhos que esperam realizar juntos.
Volte a praticar este momento de intimidade, doce, simples e de grande importância.
Fonte:  Livro O Desafio de Amar – Editora BV Films 


38º Desafio

O Amor Realiza Sonhos

O que o seu cônjuge deseja do fundo do seu coração?
Descubra os sonhos do seu cônjuge e dedique-se a realizá-los.
Organize-se e planeje maneiras para realizar os sonhos do seu cônjuge.
Desde o mais simples até o mais dispendioso. Trace um plano de ação, e empregue seu coração nisso. Comece pelo que está ao seu alcance hoje, e busque maneiras para realizar os mais difíceis.
Coloque os sonhos do seu cônjuge no topo das suas prioridades, e observe as mudanças que isto exercerá em seu casamento.
Seja cauteloso(a) e determinado(a), não desiste de nenhum sonho, e coloque todos em uma lista de possibilidades imediatas, de médio e de longo prazo.
Aja para realizar.



terça-feira, 4 de setembro de 2012

36º


36º Desafio

O Amor é a Palavra de Deus
Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho. Salmos 119:105

O Desafio de Amar foi escrito a luz da Bíblia, tendo sua base no cristianismo e por isso, ao longo dos 40 desafios somos convidados a conduzir nossos casamentos, e nossas vidas pela ética Cristã, e pela entrega de nossas vidas a Deus, como única fonte de amor incondicional, verdadeiro e eterno.
Ao nos aproximarmos da conclusão dos desafios, a intimidade com Deus e nosso cônjuge através de nossas atitudes começam a se mostrar uma coisa só. São muitos os trechos bíblicos em que ilustra-se o relacionamento de Deus com seu povo, com sua igreja, como o relacionamento entre marido e esposa. Portanto podemos dizer que o relacionamento humano de maior intimidade e maior semelhança ao relacionamento do ser humano com Deus é o casamento.
É importante que entendamos esta visão do autor, independente da religião que professemos, para que possamos compreender a intenção do autor de nos trazer ferramentas que nos transforme em “sacerdotes” do nosso lar, trazendo-nos a responsabilidade pela saúde de nossa família no seu aspecto mais amplo, abrangendo-o principalmente em seu principio espiritual, sendo este a base para todas as outras áreas da vida conjugal e familiar.
Ao entendermos este intuito trazido pelo autor ao longo dos 40 desafios podemos discernir a forma como estas ferramentas apresentadas podem ser inseridas em nossa vida, de forma consciente e responsável. Pois passamos a ter a real visão de nossos papeis na construção de um lar onde habite o amor incondicional, a intimidade, a responsabilidade e o respeito.
Hoje somos convidados a ter na Bíblia nosso guia de conduta, nosso conselheiro, nosso companheiro dos desafios diários.
Ler a Bíblia diariamente e fazer deste hábito o primeiro de outros que estão relacionados a mudança que este nos trará.
Se ainda não temos este hábito, devemos nos comprometer com ele, e se possível, fazê-lo junto ao nosso cônjuge. No inicio ou no final do dia, como devocional ou agradecimento pelo que se viveu.
Procurar ajuda para esta leitura é muito importante, pois a Bíblia a principio pode se mostrar desafiadora como diz o autor, e profunda. Por isso é importante buscar orientação para sua leitura. Seja em uma igreja, em um grupo de estudos ou em um livro devocional. Busque ajuda onde a Bíblia é estudada e vivida, para que você possa aprender a enxergar tudo o que este livro pode ter para a sua vida.
Alguns livros que passam por nossas mãos são entretenimento, nos divertem por alguns momentos e depois se vão, outros são didáticos, nos ensinam e também se vão ao final da lição, a Bíblia não. Ela é um livro vivo, que assim como nós está em constante ação, flui como água de fonte pura, assim ela é, inesgotável em seus ensinamentos. Portanto devemos ter nela um compromisso de leitura interminável, inabalável e insubstituível. Capaz de nos ensinar e nos acompanhar em diferentes momentos, fases e idades de nossa vida, sem jamais estar desatualizada ou concluída sua leitura.
Devemos encontrar na Bíblia o alicerce de nosso discernimento, a estrutura base para definirmos nossa conduta, e praticá-la incansavelmente. Nela temos fonte para o recomeço quando esmorecemos, temos o perdão para seguir após o erro, e a palavra de ânimo para os momentos de aflição. Assim como o canto para o festejo da vitória, e a paz que segue uma batalha.
Devemos não apenas ler a Bíblia, mas praticá-la como agente transformador de nossas vidas, nossos casamentos, nossos lares. Com o passar do tempo e o hábito de ter na Bíblia nosso guia de conduta, a mudança em nós será tão forte e tão profunda, que tudo a nossa volta corresponderá a isso. Seremos reais agentes da mudança que desejamos em nossas vidas, através de nós.

Fonte:  Livro O Desafio de Amar – Editora BV Films 


36º Desafio

O Amor é a Palavra de Deus

Adote o compromisso diário de ler a Bíblia. Busque ajuda de um livro devocional ou de um grupo de estudos ou de uma igreja para iniciar sua leitura.
Convide seu cônjuge a fazê-lo com você. Tenha este momento do dia reservado para ao lado do seu marido/esposa encontrarem na Bíblia ferramentas para construir um lar saudável e pleno.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

32º


32º Desafio

O Amor Satisfaz as Necessidades Sexuais
O marido deve cumprir os seus deveres conjugais para com a sua mulher, e da mesma forma a mulher para com o seu marido. 1 Coríntios 7:3

O sexo é apenas um dos aspectos do casamento.
Interessante como esta afirmação toma proporções diferentes de acordo com a idade do relacionamento.
Quando recém casados, e esse período varia de casal para casal, o sexo é sem dúvida alguma o “principal” aspecto do casamento. A intimidade e até a felicidade do casal é medida por sua atividade sexual. Isto é tal comum que chega ser ponto comum entre os comentários sociais quando se refere a um novo casal.
Então com o tempo o sexo começa a tomar outra posição no termômetro do relacionamento. A vida em comum passa a ter aspectos “mais importantes”, questões financeiras, planos, objetivos, filhos, trabalho e muitas outras coisas começam a tomar o foco de atenção dos casais e o sexo passa então a ter um papel um tanto quanto contraditório entre os cônjuges.
Por vezes o sexo passa a ser um ponto de discórdia, para um ele é mais importante para o outro ele é dispensável. Há casais que tratam o sexo como moeda de troca, ou ainda como um hábito compensatório, ou como um fenômeno astronômico, dando a ele o status de um eclipse.
No entanto o fundamento do casamento, seja religioso ou cultural, tem a premissa da união em uma só carne na unidade física.  Já vimos aqui que a unidade é a marca principal do casamento. Hoje veremos que a correspondência física desta unidade é o sexo.
Quando nos unimos romanticamente a pessoa que escolhemos para compartilhar nossa vida, damos a ela a maior nossa maior expressão de amor, e esta forma de compartilhar quem somos é única e especial, e só deve ser compartilhada com a pessoa que escolhemos amar, com nosso cônjuge. Ao estabelecermos esta comunicação única com nosso cônjuge, nossos corpos tornam-se um, e por isso, dependem um do outro para atingir sua plenitude e máxima expressão de prazer.
O autor nos adverte sobre a necessidade legítima de estarmos em intimidade através do sexo, e diz ainda que quando um dos cônjuges nega esta necessidade ao outro, tratando-a de forma egoísta, ele sujeita o coração de seu cônjuge a se afastar do casamento, colocando-o em risco, deixando-o a mercê de atender esta necessidade de alguma outra forma.
Em 1 Coríntios 7:4, o apóstolo Paulo afirma que “A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre seu próprio corpo, mas sim a mulher”
Independente dos preceitos religiosos, é notório o “poder” que o sexo tem exercido nos casamentos quando este é colocado em plano secundário. Logo ele se torna um dos inimigos do casamento, levando muitos a destruição da unidade familiar, fadando casamentos ao fim, por terem desprezado o sexo como forma de unidade, de expressão de amor e dedicação.
Quando nos unimos em matrimonio, decidimos e esperamos correspondência, de sermos a única pessoa com a qual nosso cônjuge terá unidade total, comprometemo-nos a ter dar prazer na unidade sexual em nosso leito conjugal. Este aspecto do casamento é por vezes negligenciado e só volta a ter total atenção dos cônjuges quando através dele o casamento é atingido. Então, ele retoma o foco de toda a atenção, no entanto como acusador, como prova de infidelidade, de desamor, de mentira e de traição.
Vigie seu casamento, dê ao sexo a merecida atenção, valorize-o como expressão de amor e unidade com seu cônjuge. Seja atento em proteger seu casamento também pela prática amorosa do sexo.
Fonte:  Livro O Desafio de Amar – Editora BV Films 

32º Desafio

O Amor Satisfaz as Necessidades Sexuais

Que papel tem exercido o sexo em seu casamento?
A “lua de mel” acabou e hoje a atenção dedicada ao sexo é divergência entre você e seu cônjuge?
“Minha mulher nunca quer.”
“Meu marido quer todo dia.”
O sexo tem sido moeda de troca? Você só está disposto(a) sexualmente quando todo o “resto” está bem? Você usa a ausência de sexo para “punir” seu cônjuge?
Que atenção você tem dado a necessidade do seu cônjuge em estar sexualmente ligado a você?
Hoje, reflita sobre as necessidades sexuais do seu cônjuge. Disponha-se a praticar o sexo com seu cônjuge como expressão do seu amor. Fortaleça a unidade do seu casamento através do sexo, fazendo-se uma só carne com seu cônjuge.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

31º


31º Desafio

O Amor e o Casamento
Portanto deixará o homem a seu pai e sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne. Genesis 2:24

O casamento muda tudo.
Eis uma verdade que o romance do período de namoro nos faz ignorar. Nada, absolutamente nada em nossa vida será como antes após termos decidido nos unir a outra pessoa em casamento.
Esta verdade por vezes é ignorada pelos cônjuges em diversos aspectos da vida a dois, e isso acaba se tornando um grande problema conjugal. Um dos problemas mais recorrentes neste aspecto é a ligação de um dos cônjuges, e algumas vezes dos dois, com sua “antiga família”. (em outra oportunidade falaremos mais sobre a “antiga família”)
O principio do casamento, geralmente como premissa social na grande maioria das culturas, é a formação de uma nova família, e para que uma nova família seja formada, há necessidade de um “rompimento” com a família anterior.
“Como?! Você está dizendo que tenho de romper com meus pais e irmãos para poder me casar?”
Não, eu estou dizendo que para que uma nova família se forme, de forma plena através da união de duas pessoas, que passaram a ser uma só carne, é necessário que você corte o cordão umbilical, deixe de pertencer a um núcleo familiar para formar outro.
Os vínculos afetivos construídos jamais serão rompidos. Aqui falamos sobre outros vínculos. Falamos sobre vínculos financeiros por exemplo, falamos sobre a influencia que seus pais exerciam em sua vida. O autor fala que os conselhos e princípios de nossos pais devem ser respeitados mas não devem mais nos dizer o que fazer.
Através do casamento deixamos de exercer o papel secundário de “filho(a)” de uma família para assumir a responsabilidade principal de líder de uma família, seja como marido ou esposa, é a este núcleo familiar que passamos a pertencer.
É com seu cônjuge que você deve ponderar prós e contras do seu dia a dia e todas circunstancias trazidas pelo casamento para decidirem que atitude tomar. Seus pais não exercem mais autoridade sobre estas escolhas.
Diversos casamentos passam por dificuldades de adaptação conjugal por que marido ou esposa têm dificuldade de entender seu papel na família que formaram a partir do casamento e insistem em agir segundo orientação direta dos seus pais, colocando o ponto de vista do seu cônjuge sob julgamento diante do que seus pais julgam certo ou errado. É nesta atitude que se iniciam grande parte dos problemas conjugais.
Quando um dos cônjuges não consegue entender a necessidade deste rompimento natural com sua posição de filho(a), os conflitos acabam levando-o ao rompimento tardio desta relação, e por vezes este rompimento é traumático, trazendo sequelas a relação familiar como um todo. Fazendo de genros, noras e sogros inimigos íntimos, obrigados a uma convivência superficial de tolerância.
Através da unidade do casamento você e seu cônjuge são capazes de tomar decisões ainda que seus pontos de vista sejam diferentes.
A unidade do casamento é o principio para a construção de uma nova família, e a unidade se refere a você e seu cônjuge, em uma só carne.
Neste desafio o autor nos convida a romper e a apegar-se. Ele nos desafia a romper nossos laços anteriores e a nos apegarmos a esta nova família, que se formou a partir de nosso casamento.
 Fonte:  Livro O Desafio de Amar – Editora BV Films 

31º Desafio

O Amor e o Casamento

“Você pode ser um homem, mas pra mim sempre será meu bebezinho”
Quem nunca ouviu esta frase ou semelhante?
Pais tendem a nos proteger, esta é sua função principal desde o momento em que nos veem ganhar a luz.
E é este senso de proteção que faz com que eles passem a vida ansiando por nos orientar, direcionar, ajudar a não errar, a não se machucar, a  não “crescer”, para assim continuar cabendo em seus braços acolhedores e seguros.
Esta deliciosa verdade sobre a relação natural entre pais e filhos por vezes se mostra uma terrível “inimiga” da vida conjugal.
Ao iniciar uma vida em comum, uma vida de uma só carne, temos de deixar de ser filhos, para nos tornarmos esposas, maridos, pais, mães.
Ao nos casarmos temos de esvaziar o ninho, e seguir com os desafios de uma vida adulta, madura e plena.
Há unidade em seu casamento? Ou ainda há rompimentos a serem feitos? Este rompimento deve ser feito por seu cônjuge? Como, em amor, você poderá ajudá-lo? 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

30º


30º Desafio

O Amor traz Unidade

Pai santo, guarda-os no teu nome, o qual me deste, para que eles sejam um, assim como nós. 
 João 17:11


Estamos nos aproximando da reta final dos 40 desafios, e mais do que nunca, toda a clara verdade sobre a natureza do casamento e a pratica do amor incondicional por nosso cônjuge tem se revelado de forma simples e objetiva.
Durante o desafio não há como distanciar-se da reflexão religiosa que o autor nos traz por sua convicção. Seja qual for a religião praticada por quem decidiu desafiar-se, a bíblia é posta como livro guia para compreender a natureza maior deste desafio. Entender, compreender e comprometer-se com o casamento.
Uma vez decididos a unir-se em matrimonio a outra pessoa, ainda que com todas as diferenças da individualidade, decidiu-se pela unidade do casamento. E aqui, voltamos as premissas bíblicas apresentadas pelo autor.
Através da instituição do casamento Deus nos permite experimentar a unidade divina, como uma das características que nos deu ao fazer-nos Sua imagem e semelhança.  Desde o inicio da narrativa bíblica, vemos a presença única de Deus, Filho e Espírito Santo. E é esta unidade divina, que ele nos dá experimentar no casamento. Ao tornarmo-nos uma só carne, somos também um, ainda que dois. Ainda que tenhamos nossas necessidades individuais, é nos dada a oportunidade de em amor, priorizar a necessidade do outro, sem nos sentirmos preteridos. É dada a nós a oportunidade de nos alegrarmos do êxito do outro, pois nele também temos nosso êxito.  Assim como Deus se compraz nas atitudes de Seu Filho, e assim como o Espírito Santo se alegra na glorificação de Deus.
Ao compreendermos a natureza divina da união com nosso cônjuge, podemos compreender nosso compromisso para com o outro, como um compromisso único conosco.  Nossas necessidades e anseios pessoais só serão completamente atendidas e saciadas quando a do outro o forem, é essa a real natureza do casamento. A unidade é o único meio de conseguirmos a felicidade e alegria individual, uma vez unidos em casamento, a alegria individual jamais será completa, plena, sem que o outro também a tenha. Quando compreendemos isto e nos tornamos instrumento para a alegria de nosso cônjuge, comprometendo-nos com a natureza da unidade do casamento, atingimos a sabedoria necessária para nos manter atentos as necessidades desta unidade.
Neste desafio o autor afirma que a unidade é inquebrável e infinita, (Genesis 2:24) e (Marcos 10:9) e é esta a natureza espiritual do casamento. Ele nos convida, esposos e esposas a refletir sobre o que aconteceria se estabelecêssemos como nossa missão individual fazer todo o possível para promover a proximidade de coração com nosso cônjuge. A pensarmos sobre o que aconteceria se estivéssemos atentos a tudo que tenta atacar nosso casamento, se tratássemos como câncer, veneno, inimigo tudo o que ameaça a unidade de nosso relacionamento.
O autor nos convida a pensar sobre como seria se nos dispuséssemos a jamais permitir que nossa unidade fosse destruída, e nos exorta a amar aquele(a) que é nosso corpo, nossa carne, que tem necessidades que não podem ser separadas de nossas próprias necessidades, a honrar este(a) que ao ser elevado no pedestal do nosso amor, eleva também a nós.

Fonte:  Livro O Desafio de Amar – Editora BV Films 

30º Desafio

O Amor traz Unidade

O que ainda ameaça a unidade do meu casamento?

Hoje faça-se esta pergunta, e coloque-se disposto a encontrar e eliminar este inimigo do seu casamento.

Ainda que seja necessária uma ação a longo prazo, comece hoje a luta pela unidade do seu casamento.

Trace um plano diário, ore, planeje-se, e assim como um soldado em batalha, não descanse. Vigie, mantenha-se atento, diariamente, pronto a reagir, e a agir.

Se preciso busque um aliado, quando possível fale com seu cônjuge, e converse amorosamente sobre a ameaça e sua disposição em manter a unidade do casamento a salvo.

terça-feira, 28 de agosto de 2012


29º Desafio

A Motivação do Amor

Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens.  Efésios 6:7

Como praticar o amor incondicional se meu cônjuge não me motiva a amá-lo?!
Quando iniciamos os desafios nos questionamos o tempo todo, porque temos de nos esforçar a amar alguém que parece não merecer este amor, este esforço.
No entanto durante todo o desafio somos motivados a exercer o amor incondicional, o amor que não espera retorno e que se dedica por decisão de amar, e não por encontrar motivação para isso.
Há alguns desafios atrás falamos sobre a fonte do amor, vimos que não temos capacidade para exercer o amor incondicional se não o buscarmos em Deus.
Aqui novamente falamos sobre esta verdade da natureza do amor incondicional. O autor nos diz que nós também não somos merecedores do amor de Deus e que ainda assim ele o dedica a nós. E é desta forma que somos desafiados a amar nosso cônjuge.
O autor nos fala ainda sobre uma verdade do casamento, seja ele saudável ou não, muitos serão os momentos em que nosso cônjuge não nos motivará a amá-lo, muito pelo contrário, teremos sempre a nossa disposição motivos mil para não fazê-lo. Já as motivações, estas terão de ser “garimpadas” buscadas.
Temos, de em primeiro lugar, nos lembrar do compromissos que assumimos ao nos desafiar, buscamos aprender a exercer o amor incondicional em nosso relacionamento. Entendendo que esta pratica é racional, e que temos de decidir diariamente amar nosso cônjuge.  Tendo isto em mente, devemos nos lembrar que o amor incondicional ama “apesar de” e não por “causa de”.
Muitos serão os dias em que nosso cônjuge mau humorado, estressado, cansado ou por puro egoísmo nos fará pensar em desistir de amá-lo. Nos fará pensar, “eu não mereço isso”. E aqui teremos de nos lembrar de nossa decisão e buscar então formas de exercer o amor incondicional.
O autor nos lembra que o amor que nos exige o casamento o é exigido por nós, e não é dependente da gentileza ou conveniência do nosso cônjuge. Ele nos coloca os versículos de Efésios 5:25 (para os maridos) e Colossenses 3:18 (para as esposas). Que falam sobre nosso compromisso de exercer o amor como ele nos é apresentado por Deus, e não como é merecido por nosso cônjuge.
Praticar o amor ainda que não haja motivação para fazê-lo é a real motivação do amor incondicional. Veja o 10º Desafio.

Fonte:  Livro O Desafio de Amar – Editora BV Films 

29º Desafio

A Motivação do Amor

Como amar alguém que não merece?!

Deus o faz diariamente por você, por mim e por nossos cônjuges.

Deus nos ama sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8

Independente do merecimento do seu cônjuge, há 29 dias você tem decidido amá-lo incondicionalmente, e hoje o fará mais uma vez.

Ore por seu casamento, ore por seu cônjuge e por suas necessidades. Diga a ele que o ama, com suas palavras, ainda que isto te pareça difícil de dizer. Agradeça a Deus por ele ter lhe dado o privilégio de escolher amar esta pessoa incondicionalmente assim como Ele tem feito por nós.

Continue praticando o amor incondicional, no exercício da paciência, da bondade, da dedicação, da atenção, do respeito, do carinho, da gratidão, do orgulho amoroso, do entusiasmo, do cuidado, da disposição, da justiça, do prazer, da honra, da interseção, da intimidade, do entendimento, da intervenção, da conversão, do crescimento, da fidelidade, da proteção, da coragem, do perdão, da responsabilidade, do encorajamento e do sacrifício.




domingo, 26 de agosto de 2012

28º


28º Desafio

O Amor se Sacrifica


Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar a vida pelos irmãos. 1João 3:16

“Ela só reclama. É eu chegar em casa e ela começa a lamuriar-se.”
“Ele fica horas no bar. Diz que precisa relaxar e que em casa não consegue.”
“Ela podia reclamar menos e me ajudar mais. Será que não vê que estou cansado? Ela passou o dia em casa eu não.”
“Ele podia me ajudar mais. Tudo sou eu nesta casa. Eu também trabalho, e ainda tenho que cuidar da casa, das crianças, da comida, da roupa. Custa ajudar?!”
Passaria o dia todo listando todas as “justas” reclamações comuns a grande maioria dos casais. E ainda assim, seria possível que você lê-se se identificasse e ainda acrescentasse mais algumas. Seria uma lista infinita, tenho certeza.
No entanto, quem escolheu desafiar-se a praticar o amor incondicional, a experimentar uma transformação real em seu casamento, e a exercer uma vida conjugal plena e saudável não se aterá a identificar-se com as “reclamações” acima, mas já terá na ponta da língua a pergunta: O que eu devo fazer pelo meu casamento hoje?
Esta é a pergunta que devemos praticar diariamente. Se a mantivermos no foco de nossos pensamentos, certamente estaremos no sentido certo pela busca do casamento que desejamos e decidimos viver.
O desafio de hoje toca em um aspecto humano muito comum e básico, o egoísmo, ele é natural a toda a raça humana, há quem dê  a ele o crédito por nossa sobrevivência e constante evolução. Bem, neste caso em especial somamos alguns aspectos ao senso de egoísmo do ser humano. Acrescentamos ao egoísmo nosso egocentrismo, isso mesmo, nossa obsessão humana de crer que o “mundo gira em torno do nosso umbigo”.
É natural a nós, é da raça humana, não se sinta o único a “sofrer” deste mal, lamento informar.
Todos nós acreditamos que nossas dores são maiores que as dos outros, nossos problemas mais complicados, nossos dramas mais ricos em detalhes, nossos dias mais longos, nossos chefes mais difíceis, nossos cônjuges mais incompreensivos, nossos filhos mais travessos, e novamente nos deparamos a uma lista infinita em possibilidades.
Passamos tanto tempo supervalorizando nossos “dramas” , vivendo o papel de vítimas de nossas vidas que paramos de olhar a nossa volta. Aliás, desculpe, olhamos sim, mas quando olhamos vemos nossos algozes. Olhamos para acrescentar ainda mais sofrimento a nossa saga, olhamos para buscar responsáveis por nossas mazelas.
E enquanto nos afogamos neste posso de autopiedade e egoísmo, nosso casamento se transforma em um muro de lamentações, onde todos tem de que se queixar, e o que é pior, este muro acaba por separar-nos, cada um lamentando do seu lado, sem sequer erguer os olhos e dar alguma atenção a lamentação do outro.
Quando o título do desafio se refere a sacrifício, ele não quer dizer que você deva se martirizar, antes deve em amor estar atento as necessidades do seu cônjuge.
O amor incondicional mantém-se atento e antecipa-se na ajuda a seu cônjuge. Ele não espera o pedido de ajuda, mas põe-se pronto a ajudar.
Quando estamos sintonizados em nosso relacionamento e mantemos nosso foco e atenção as necessidades de nosso casamento estamos sempre um passo a frente, preparados para suprir estas necessidades, preparados para nos superarmos em nossa condição humana limitada e egoísta.
O autor nos dá o versículo de Mateus 25: 35-36 como referencia a algumas das necessidades comuns ao casamento, que relaciono abaixo:
Ele sente “fome” – precisa de você sexualmente mesmo quando você não está a fim?
Ela tem “sede” – anseia pelo tempo e pela atenção que você dá a todas as outras pessoas?
Ele parece um “estranho” – inseguro no trabalho, precisando que o lar seja um refúgio e um santuário?
Ela está “nua” – assustada ou envergonhada, desesperada pela proteção da afirmação do seu amor?
Ele se sente “doente” – fisicamente cansado e precisando que você o afaste das perturbações?
Ela se sente em uma “prisão” – temerosa e deprimida, precisando de alguma segurança e intervenção?
O amor incondicional está pronto a prestar auxilio, pois tem seu foco nas necessidades de seu cônjuge e não exclusivamente nas suas. Este é o sacrifício a que se refere o desafio de hoje.
  
Fonte:  Livro O Desafio de Amar – Editora BV Films 


28º Desafio

O Amor se Sacrifica

Como posso ajudá-lo?

Parece frase de telemarketing, ou aquelas estampadas em camisetas de funcionários de Home Center.

Pois é, simples assim. Todas as necessidades humanas são atendidas por uma frase simples, que traduz a atitude, que revela o compromisso básico, que diz pura e simplesmente:

Estou aqui, estou te ouvindo, e estou totalmente comprometido em fazer o que puder para ajudá-lo.

Você é capaz de amar seu cônjuge ao ponto de focar sua atenção as necessidades dele, e não as suas em primeiro lugar?

Isto fere seu amor próprio? Você se lembra dos desafios que o levaram a refletir sobre sua responsabilidade pessoal, sobre a pratica do amor incondicional, sobre a nobreza do amor, sobre a fidelidade do amor, sobre a capacidade de perdão e sobre a fonte do amor verdadeiro?

E então, pronto para seguir com o desafio?

Então ore, peça ajuda ao seu Deus para que possa exercer o amor incondicional que você decidiu viver. Peça ajuda para colocar-se em segundo lugar e para hoje através de um ato de amor, corajoso que se sacrifica, suprir a maior necessidade de seu cônjuge.

Proponha-se a satisfazer esta necessidade seja ela pequena ou grande, faça o que você puder.

Tome a iniciativa e tenha sempre na ponta da linha a pergunta:

Como posso ajudá-lo?